LEITURA

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sexta-feira, 12 de julho de 2013

Aconselhamento 01

O tempo jamais volta atrás. Arrepender-se do que fez não adianta nada pois não mudará o fato.
Você não pode mudar o passado. Mas pode escolher não errar mais no Presente e garantir um Futuro sem arrependimentos!




terça-feira, 4 de junho de 2013

"Internetizando" A Nossa Mente

Via E-mails, logo depois Bate-papos. Em seguida Hotmail, Orkut, Formspring, Twitter e em fim, FACEBOOK! Até onde vão nossos pensamentos, nossa maneira de expressar e também nosso pudor? De repente nos resumimos apenas á internautas. Assuntos cada vez mais sem nexo e comentários cada vez mais imorais que outros.

De repente o contexto de socialização mudou totalmente. Tudo resumi-se apenas a internet, independente da rede de relacionamentos. Compramos., Vestimos, Comemos, Brigamos, Amamos, tudo "internetizado". A era das máquinas está aqui, e é agora. Somos Androides, I Phones, Galaxys. Somo seres humanos tecnologicamente alterados. Quase que uma lavagem cerebral! Mas cá entre nós...

COMO VIVER SEM ESSES FILHOS DA MÃE???



terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Como Cães e Gatos

Porque até mesmo os ditos "Inimigos Eternos" podem um dia se entender. As coisas são tão mais fáceis quando decidimos apenas aceitar ao invés de querer mudar ao nosso modo.
Porque mudar o sorvete de chocolate pra morango se os dois juntos são a combinação perfeita. Até os ditos "irracionais" vivem em harmonia, é possível sim.

Falamos muito em Amor, Caridade, Compaixão... o que sabemos disso tudo na verdade? Até onde vai a Sinceridade de cada um? Serão valores escassos hoje em dia? Porque guardar rancor por algo que não gostou de ouvir? Fingir que nada aconteceu e continuar a ser Feliz é bem mais fácil. Eles fazem assim, podemos tentar imita-los nisso.

É bem verdade que toda essa autenticidade não se adquire com o tempo. Não para nós. Mas, para eles, está já em suas respectivas essências. Já nascem para amar incondicionalmente. Dar a vida se preciso for. Recepcionar aos outros sempre com alegria, independente da fome ou da sede, nasceram existem antes de tudo, para transmitir essa essência para nós.

E onde estamos nós que custamos a enxergar isso? Falta-nos a Sensibilidade e o Discernimento para tal.

Com Formigas aprendi que o Trabalho é essencial para o Desenvolvimento pessoal e social. Como a Cigarra, quem Cantas espanta não só os seus males mas também os dos outros a sua volta. Como as Plantas, aprendi que tanto no Sol quanto na Chuva, devo manter-me firme, afinal, seja ensolarado ou chuvoso, é certo que mais um dia estou de pé para experimentar mais tempo dessa minha vida. Como tudo na vida é um constante aprendizado, e como Cães e Gatos, quero essa essência de Amor Sincero pra mim.



quinta-feira, 23 de agosto de 2012

O Sol

Foi a Luz que entrou pela minha janela de manhã
Foi o Calor que me aqueceu do frio da madrugada
Foram seus raios preenchidos de cor
Eles trouxeram mais vida ao meu dia

Sua grandeza me inspira
Me mostra que nunca devo parar de brilhar
Devo sempre manter meus caminhos iluminados
E assim como você, faze-lo á cada dia

Me lembra pelo dia que a luz resplandece
Mesmo que o Céu esteja em tempestade
Me lembra a noite que amanhã é um novo dia
E que de novo brilhará, amanhã mais forte que hoje

É a luz que ilumina
É o calor que aquece
É o Sol que vem todos os dias
É Deus, a Luz que me guia dia após dia.


terça-feira, 3 de julho de 2012

Apenas Uma Flor, No Imenso Jardim da Vida

Era uma vez um Jardim, imenso jardim
Chamava-se vida.
O Jardineiro plantou nele uma Rosa
Uma única Rosa.

A Rosa tinha pétalas macias como Seda
Aroma suave como fragância mais doce que já se ouviu falar.
Suas cores não eram tão vivas, porém eram cores nunca vistas antes
Suas cores eram de tonalidades suaves, para que combinassem com seu aroma.

A Rosa era ainda um Botão, formoso Botão
Acordava todas as manhãs para ver o Sol.
E quando a chuva vinha-lhe regar
Com Alegria á recebia.

O Jardineiro foi conversar com a Rosa:

"Oi! Estou aqui todos os dias, cuidando de você. Por Que finges não me notar?"

"Na verdade não é de poropósito. Eu apenas tenho muitas coisas para desfrutar. Tenho todo esse Jardim só pra mim. Preciso aproveitar cada espacinho dele. Um pouco de cada vez"

"Tudo bem. Mas tome cuidado para que não te afastes de mim. Esse Jardim tem alguns perigos pelos quais você ainda não está pronta para enfrentar. Preciso te ensinar muita coisa ainda."

Mas a aquele Botão de Rosa tinha um grande desejo
Queria percorrer logo todo aquele imenso Jardim.
E seguiu sem esperar antes pelo Jardineiro
Foi descobrindo o jardim o mais rápido que pôde.

Certo dia, lá estava o Botão andando pelo jardim
Derrepente a Luz começa a desaparecer.
Algo tão imenso quanto o Jardim vem em sua direção
Vem de lá de cima, apagou-se completamente a luz.

Quando a luz voltou, lá estava o Botão
Caído no chão, quase que completamente despetalado.
Sujo de terra, mechucado
Seu aroma e suas cores não são mais os mesmos.

Veio novamente o Jardineiro, recolhe cuidadosamente o Botão
Coloca-o no mesmo ponto onde o plantára outra vez.
Olha o Botão, que agora está machucado
Dá um leve sorriso, e então lhe fala:

"Amanhã, é outro dia. Não te preoculpes, tudo ficará bem. Amanhã e depois, aprenderás mais outras lições. Espero que estejas junto a mim da próxima vez. Assim não serás pisada denovo."

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Pássaro na Gaiola

Era um pássaro lindo, vermelho cor de sangue.
Suas asas batiam fortes, igualzinho pulsação.
Era um pássaro numa gaiola.


A gaiola da tristeza, da saudade.
Gaiola da Solidão, da Canção esquecida.
Dos que foram e jamais voltam e dos que nunca vieram.


Era um pássaro com um canto.
Canto baixinho, quase silencioso.
Cantava para esquecer, lembrava para cantar.


Era um pássaro com Esperança.
Esperança que um dia alguém iria chegar.
Quem alguém o libertasse do cárcere daquela gaiola.


Era um pássaro livre de espírito.
Preso em seus próprios sentimento.
Era um pássaro...


Chamado Coração.



quinta-feira, 3 de maio de 2012

Poemas na Areia

Certa vez andando pela praia, sentindo as ondas molharem meus pés, me veio a vontade de escrever. 
Como caneta, um graveto que o mar me providenciara. Como papel, a própria areia da praia. Lá me fui a escrever.
Me vinham a mente mil e uma palavras, vários sentimentos, mistura de cores e sons, situações e emoções.
Fui escrevendo tudo quanto me vinha na mente. Tudo de belo, colorido. Ou mesmo feio e sem cor alguma.
Escrevi até quase acabar o litoral, até quase acabar a areia, até quase me acabar, até acabarem-se as palavras e a inspiração.
No fim de tudo haviam belos poemas naquela areia. Poemas de canções, de Amores e Paixões. Todos eles enchiam a areia da praia como se formassem uma trilha para lugar nenhum ou algum lugar desconhecido.
No fim, a missão de um poeta havia sido cumprida. Os poemas estavam alí, todos escritos e livre para a leitura de quem quer que fosse.
Tudo estava Lindo, Radiante. Até que o Mar, que outrora me providenciara o meio de escrever os poemas, este mesmo mar, trouxe suas águas para novamente molhar os meus pés.
E os molhou, os regou suavemente, e tornou de volta como sempre faz, mas desta vez, levou consigo poemas. A serem contados aos seres dos sete mares, do mais raso ao mais fundo das águas.
E cada onda que hoje agita o mar, traz com ela uma frase destinada aos ouvidos mais sensíveis, capazes de ouvirem a poesia que existe nas águas do mar.